EU... Eu, eu mesmo... Eu, cheia de todos os cansaços, Quantos o mundo pode dar. — Eu... Afinal tudo, porque tudo é eu, E até as estrelas, ao que parece, Me saíram da algibeira para deslumbrar crianças... Que crianças não sei... Eu... Imperfeita? Incógnita? Divina? Não sei... Eu... Tive um passado? Sem dúvida... Tenho um presente? Sem dúvida... Terei um futuro? Sem dúvida... A vida que pare de aqui a pouco... Mas eu, eu... Eu sou eu, Eu fico eu, Eu... (Fernando Pessoa)

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16 de agosto de 2013

MEU HOMEM!!! MEU ESCRAVO!!!



"Alguns autores associam submissão mental à sinceridade e dedicação para dominar tudo o que acontece em sua mente submissa. Isso já ocorre naturalmente.

Ninguém pode imaginar a submissão sexual sem a entrega do seu sexo. Ninguém pode imaginar a apresentação mental sem a entrega do que se passa com a mente submissa." 


K´Luna


6 de agosto de 2013

O MESTRE DOS DESEJOS


"E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar, e tudo na mesma ordem e seqüência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio.
A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!" -

Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que responderias: "Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!" Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse; a pergunta, diante de tudo e de cada coisa:

"Quero isto ainda uma vez e ainda inúmeras vezes?" 

Pesaria como o mais pesado dos pesos sobre teu agir! Ou então, como terias de ficar de bem contigo mesmo e com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: "Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar, e tudo na mesma ordem e seqüência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio.
A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!" -

Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal, em que responderias: "Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!" Se esse pensamento adquirisse poder sobre ti, assim como tu és, ele te transformaria e talvez te triturasse; a pergunta, diante de tudo e de cada coisa:

"Quero isto ainda uma vez e ainda inúmeras vezes?" 

Pesaria como o mais pesado dos pesos sobre teu agir! Ou então, como terias de ficar de bem contigo mesmo e com a vida, para não desejar nada mais do que essa última, eterna confirmação e chancela?"

Friedrich Wilhelm Nietzsche

4 de julho de 2012

Meu doce animal de estimação predileto...



"Estava agora, em um de seus passeios noturnos a conversar com o vento. E quando a noite era só breu, enfeitava os cabelos com estrelas para clarear os pensamentos."


Renata Fagundes

26 de junho de 2012

Confidência e Confissão




"A mais vil de todas as necessidades – a da confidência, a da confissão. É a necessidade da alma de ser exterior. Confessa, sim; mas confessa o que não sentes. Livra a tua alma, sim, do peso dos teus segredos, dizendo-os; mas ainda bem que os segredos que digas, nunca os tenhas tido. Mente a ti próprio antes de dizeres essa verdade. Exprimir é sempre errar. Sê consciente: exprimir seja, para ti, mentir."


Fernando Pessoa, in ‘Livro do Desassossego



2 de abril de 2012

Receba meus próprios golpes... eu quero ver!!! Dedique-me sua dor ... EU GOSTO !!!





"Não haverá borboletas se a vida não passar por longas e silenciosas metamorfoses."


Rubem Alves


15 de março de 2012

Eu sou assim,


Eu sou assim,
audaciosa,
fogosa,
sou quente,
sou gente
inconsequente
sou erva daninha
que cresce sozinha.
sou bicho do mato,
Eu como
Eu mato.
Eu sou assim,
Não tenha medo de mim...

Shana Junger


6 de março de 2012

À meu futuro escravo...





"E eu que esperava fogos de artifício, esqueci que as estrelas não fazem barulho."
Clarice Lispector


18 de dezembro de 2011

APÓS o carinho do meu chicote ... cumpram-se as minhas ordens



"Que ninguém implore amor, nem afeto, nem mendigue qualquer sentimento que exija um pedaço do outro.
Viver de migalhas, jamais.
Soma-se de coisas que te façam bem, ignore qualquer tipo de sentimento que te subtraia.
Que tudo seja natural, principalmente nossas escolhas..."


Maíra Cintra

22 de setembro de 2011

Eu gosto... eu quero !!!

"Eu gosto de extravagâncias quentes,
de suor humano,
sexualidade que explode o termômetro!
Eu sou neurótica, pervertida, destrutível, flamejante, perigosa, inflamável, incontrolável!
Eu me sinto como um animal selvagem
que escapa do confinamento..."

Anais Nin

24 de agosto de 2011

Uma admoestação ao meu "futuro" escravo


"Acabamos por amar nosso próprio desejo, em lugar do objeto desejado." Nietzsche

O rapto de Perséfone

Perséfone é filha de Zeus e Deméter. Crescia feliz entre as ninfas e pouco se preocupava com o casamento quando o seu tio Hades se apaixonou por ela e, com a ajuda de Zeus, a raptou. Perséfone colhia flores, em companhia das suas ninfas quando a terra se abriu, Hades apareceu e levou a noiva para o mundo dos infernos.

Para Deméter começou de imediato a busca da sua filha, que a fez percorrer todo o mundo conhecido. No momento de desaparecer no abismo Perséfone soltou um grito. Deméter ouviu-a e a angústia apertou-lhe o coração. A deusa acorreu, mas não conseguiu encontrar a filha. Durante nove dias e nove noites, sem comer nem beber, a deusa vagueou pelo mundo com um archote aceso em cada mão. No primeiro dia encontrou Hécate, que também ouvira o grito mas não reconhecera o raptor, cuja cabeça estava envolta pelas sombras da Noite. Apenas o sol, que tudo vê, lhe pôde dizer o que se passara.

Enfurecida, a deusa decidiu não mais voltar ao Céu e ficar na terra, abdicando da sua função divina até que lhe devolvessem a filha. O exílio voluntário da deusa tornava a terra estéril e a ordem do mundo encontrava-se perturbada. Assim, Zeus ordenou a Hades que devolvesse Perséfone, mas tal já não era possível, em virtude de a jovem ter quebrado o jejum enquanto se encontrava nos Infernos. Por inadvertência (ou tentada por Hades) ela tinha ingerido uma baga de romã, o suficiente para ficar indissociavelmente ligada aos infernos para sempre. Para amenizar o seu sofrimento Zeus decidiu que Perséfone repartiria o seu tempo entre o mundo subterrâneo e o mundo dos vivos.





Dicionário da mitologia grega e romana - Pierre Grimal

5 de agosto de 2011

Dominação Feminina por Elise Sutton

Dominação Feminina por Elise Sutton Descrição do Livro: Elise Sutton analisa o desejo predominante do sexo masculino a ser dominado por uma mulher. Ela explora a partir de uma perspectiva psicológica por que os homens têm desejos submissos em relação ao sexo feminino, quando esses desejos se originam, e como essa fantasia comum masculina reflete o que está acontecendo na sociedade, como as mulheres estão se tornando mais livre e independente. Elisa revela que a dominação feminina é uma grande tenda com muitas formas, expressões e estilos de vida nelas contidas. Elise leva o leitor para a vida pessoal e íntima dos casais de quarenta, que não são diferentes de seus familiares, as pessoas que trabalham com ou as pessoas que você se socializar com, ainda que as variações prática diferente do estilo de vida Dominação Feminina. Descrição do livro: Elise Sutton analisa o desejo predominante do sexo masculino a ser dominado por uma mulher. Ela explora a partir de uma perspectiva psicológica por que os homens têm desejos submissos em relação ao sexo feminino, quando esses desejos se originam, e como essa fantasia comum masculina reflete o que está acontecendo na sociedade, como as mulheres estão se tornando mais livre e independente. Elisa revela que a dominação feminina é uma grande tenda com muitas formas, expressões e estilos de vida nelas contidas. Elise leva o leitor para a vida pessoal e íntima dos casais de quarenta, que não são diferentes de seus familiares, as pessoas que trabalham com ou as pessoas que você se socializar com, ainda que as variações prática diferente do estilo de vida Dominação Feminina. Alguns casais gostam Dominação Feminina a ser suaves e sensuais, alguns, como é difícil e áspero, como se algum ajuste selvagem e tendência, alguns gosto romântico, alguns como ele não tradicionais, alguns gostam principalmente no quarto, e alguns gostam tanto dentro e fora do quarto. Através das experiências dos outros, Elise mostra como o estilo de vida Dominação Feminina pode criar um laço de intimidade, desarmar os argumentos, aliviar o stress, o sexo de transporte para um nível mais elevado do que apenas o físico, o empoderamento das mulheres na sociedade, e injetar entusiasmo nas tarefas mundanas da vida, tais como as tarefas domésticas. Elise retrata como Dominação Feminina pode satisfazer a criança interior masculina, construir estima de uma mulher auto-adicionar tempero para o quarto, reacender o romance, e provocar uma troca de poder dentro da relação feminino / masculino. Elise Sutton analisa a forma como a sociedade está evoluindo em direção Feminino regra, uma relação de cada vez. "Dominação Feminina", discute algumas práticas intensas e controversas sexual. "Dominação Feminina", sem dúvida, despertar, excitar, choque e desafio. No entanto, é a esperança de Elise que acima de tudo, ele vai esclarecer e educar.


10 de maio de 2011

A RAINHA DO FLAGELO


A RAINHA DO FLAGELO


Você, por acaso, já ouviu falar na Madame Theresa Berkley? Bem, se não ouviu, vou lhe contar algo interessante sobre ela. Se já ouviu, paciência; vou contar assim mesmo.


Theresa Berkley foi dona de um bordel no número 28 da Charlotte Street, Portland Place, bairro de Londres. Mas, sua casa de entretenimento masculino e feminino, não era como outra qualquer do ramo.


Em 1718, quando foi publicado, na Inglaterra, anonimamente, um livro chamado Tratado sobre o Uso do Açoite - embora o título tenha um caráter um tanto científico - o conteúdo continha um teor claramente pornográfico. Rapidamente, o tratado se espalhou pela Europa e virou moda com o nome de vício inglês; o que equivalia dizer que ninguém gostava mais de apanhar na cama do que um inglês. É aí que entra madame Berkley. Determinada a atuar na área do entretenimento masculino e tendo ciência do gosto de seus conterrâneos, montou no mencionado endereço, um bordel especializado em tortura e flagelação e, assim, tornou-se a pioneira do sadomasoquismo.


Theresa era uma amante perfeita dessa arte, por isso não ficou só na tradicional coleira e o dolorido chicotinho. Sua casa era realmente um local de tortura. Para satisfazer os clientes, ela aprimorou e criou numerosos instrumentos de tortura. Usava diversos tipos de chicotes, de vários tamanhos, com nove correias de couro, conhecido como gato-de-nove-rabos, porque tinham nas pontas, unhas de metal, semelhantes a dos felinos. As varas para o açoite eram mantidas na água, de modo que quando usadas, estivessem sempre verdes e flexíveis. Cintas feitas de exclusivo couro grosso com pregos de uma polegada, que perfuravam a pele mais dura e deixavam flagelos que levavam um bom tempo para cicatrizarem. Vários tipos de escovas, como: a escova de furze (uma sempre-viva espinhosa), de urtigas. Além diisso tudo, na primavera de 1828, uma obra-prima de tortura foi inventada para sua casa: o Cavalo de Berkley.


A descrição desse aparelho, responsável pelos gritos dos clientes de Madame, vem de um nobre inglês vitoriano, aficionado em sacanagens, chamado Henry Spencer Ashbee: “(...) era uma espécie de pau-de-arara móvel que podia ser girado tanto na vertical como na horizontal. Assim, sem muito esforço, a Madame, ou as moças e os rapazes que trabalhavam para ela, infligiam a dor exatamente no ponto desejado pelo cliente”. E, por incrível que pareça, conclui Henry, “muitos nobres exibiam com orgulho as marcas e cicatrizes deixadas pelas torturas a que se submeteram”. O cavalo original está, hoje, exposto na Sociedade Real de Artes, e foi doado pelo Doutor Vance, o testamenteiro dela.


Assim, no bordel de Madame Theresa Berkley, quem ia com bastante dinheiro, poderia ser açoitado, chicoteado, fustigado, agulhado, pendurado, escovado, perfurado, ou seja, torturado até ficar satisfeito.


Segundo o texto abaixo, extraído da correspondência de um devoto apaixonado pela flagelação, e profundo conhecedor do assunto, naquela época, as mulheres eram muito mais apaixonadas em agitar a vara de flagelo e vice-versa, que os homens:

"Em minha experiência eu conheci pessoalmente várias senhoras da nobreza que tiveram uma paixão extraordinária e uma severidade impiedosa em administrar a vara. Eu conheci a esposa de um clérigo, jovem e bonito, que levou o gosto ao excesso. Eu soube que a pessoa quando bebia tornava-se vulgar e se permitia ser açoitada até que o fundo dela ficasse totalmente em carne viva e a vara saturada com sangue; ela durante a flagelação gritava: 'mais forte! mais forte! ' e blasfemava se assim não fizessem. Dum estabelecimento em Londres, do qual eu suprimo o nome, vinham vinte meninas que passavam por todas as fases do chicote até se tornarem professoras.”


Numa noite de setembro de 1836, a famosa casa de Miss Berkley estava silenciosa. Nem um grito, nem uma visita, madame Theresa Berkley havia falecido. Foi uma morte súbita e inesperada, pois era um tanto jovem. Durante oito anos ela não só governou seu bordel com maestria, como foi uma completa mulher de negócio, acumulou durante esse tempo uma considerável soma de dinheiro...


Nessa mesma noite, chega ao número 28 da Rua Charlotte, apressado e aparentando estar nervoso, o Dr. Vance, responsável pelo testamento. “Onde está o cofre de Theresa”? Pergunta para um criado. Era nesse cofre que Theresa guardava todas as cartas, nomes e recibos dos clientes de seu bordel. O doutor, sem nenhum remorso, queimou toda a papelada.


Conta-se que algumas das figuras (masculinas e femininas), de maior destaque da nobreza britânica eram clientes exclusivas do local, como o rei da Inglaterra, George IV. Portanto, a história da Inglaterra poderia ser outra, se o doutor não tivesse ateado fogo aos papéis.


Logo após a morte de Theresa, seu irmão, missionário durante 30 anos na Austrália, chegou à Inglaterra, mas quando ele tomou conhecimento de que sua irmã lhe havia deixado a mais famosa casa de flagelação da Inglaterra como herança, renunciou a propriedade e voltou imediatamente para a Austrália. Na falta do herdeiro, a propriedade passou ao Dr. Vance (médico e testamenteiro dela) ele também se recusou a administrar o bordel, e tudo ficou para a coroa inglesa.


Por essa época, já havia em Londres diversas casas especializadas em flagelação, como a da senhora Collette e da senhora Emma Lee. No entanto, em matéria de dor como êxtase, Miss Berkley foi, indubitavelmente, a rainha de sua profissão, ninguém a superava.

By Ba®ba.

2 de fevereiro de 2011

Conheça o seu cão !!!


Não acredito que relacionamentos tenham que ser padronizados. Mas achei esta foto (quase um esquema) na internet estes dias e pensei em simplesmente traduzir aqui para o blog. Vai do gosto de cada um, mas que dá para aproveitar muita coisa daí, dá.

Conheça seu cão!

Gag - Mordaça
O cão fica amordaçado em casa na maioria do tempo, a não ser que esteja bebendo ou comendo. A não ser também que alguém tenha algum uso para sua boca. Esta prática exercita sua humildade e economiza algumas reclamações desnecessárias.

Collar - Coleira
É a coleira colocada diariamente pelo Mestre. É uma lembrança constante de quem é e de seu compromisso. A coleira nunca sai daí.

Handcuffs - Algemas
As mãos sempre algemadas quando não estão sendo utilizadas pelo Mestre.

Leather Shorts - Shorts de Couro
Bem pequenos, bem apertados. São muito humilhantes em público, mas não ilegais. É para ser usado em casa. Isto ou um jockstrap (suporte-atlético), ou chaps (chaparreira).

Knee Pads - Proteção para o joelho
Habilitam o escravo se deslocar de quatro por períodos mais longos.

Nipples - Mamilos
Respondem bem à tortura.

Até mais,
CigarMaster


By :www.ativismobdsm.blogspot.com

5 de dezembro de 2010

Domino !!! simmm...



"Domina ou cala. Não te percas, dando
Aquilo que não tens."

Ricardo Reis

25 de janeiro de 2010

Hummm !!!

"Só conseguirá compreender o que é uma propriedade quem lhe tiver sacrificado uma parte de si próprio, quem tiver lutado para a salvar e sofrido para lhe dar beleza."

Saint-Exupéry

9 de janeiro de 2010

Delíciaaa...

SUBMISSÃO MASCULINA

Não tem coisa mais linda...
Do que estar apaixonado.
Trazer-te flores.
Enxugar tuas lágrimas.
Escutar o que tens a dizer.
Trazer teu sorriso de volta.
Cumprir teus desígnios.
Ser capaz de te dar prazer.

Na há nada melhor...
Do que viver enfeitiçado.
Levar café na cama.
Cozinhar para você.
Buscar um copo d´água.
Passar tuas roupas.
Fazer cafuné.
Por que não? Massagem no pé!
Aquecer-te.
Lavar tuas calcinhas (todas - uma por uma).
Limpar teu banheiro.
Dar minha vida para você fruir.
Morrer de amor.

Não tem coisa igual a homem submisso...
Apaixonado e casto.
De olhos bem fechados.
Frustrado e instigado.
Punhos algemados.
Tão entregue e fiel.
Ajoelhado entre as pernas da companheira.
Lambendo as coxas lentamente.
Chegando dos pés.
Desejando a vagina penetrar.
Provando com prazer todos os cantinhos.
Chupando as entranhas da vagina com devoção.
Respirando lentamente.
Tremulamente.
Um orgasmo após o outro.
Doce loucura ser assim...

Saudações SM

submisso

23 de outubro de 2009

COMO RECONHECER UMA VERDADEIRA RAINHA OU MESTRE DO BDSM

É bastante difícil distinguir uma Rainha inexperiente de uma má Rainha, principalmente se você como submisso, também é um principiante.Estimule-a a se aprimorar.Se perceber que uma Rainha reúne todas as características de uma boa Dominadora, além de ser ética e bem intencionada, aprenda junto com ela. Dialogue bastante, e iniciem-se mutuamente.

Do perfil do praticante SM:

São pessoas intelectualmente sofisticadas, pessoas moralmente requintadas. Desconfie sempre da falta de conteúdo cultural durante as primeiras conversas.

Do referencial SM:

Desconfie de Rainha que desejem se tornar sua única fonte de informações e conhecimentos SM.

Dos direitos de um submisso:

O que é seu direito você deve exigir, não mendigar.Tenha uma atitude respeitosa sempre você tem direito. Exija-os.Tudo o que julgar necessário para que sua saúde física e emocional seja preservada.É um dever de sua Dominadora respeitá-la tanto quanto você o respeita. Se a Rainha se negar a respeitá-la, repense a relação.

Dos limites:

Exponha desde o princípio com clareza e objetividade todo o seu limite.

Do Prazer:


Uma Rainha recebe e dá prazer.Uma Rainha que se recusa, ou não sabe gerar prazer não é uma Rainha.

Da confiança:

Uma Rainha deve confiar em você tanto quanto você nela. Confiança é um ingrediente fundamental na prática SM, e esta são irmãs da sinceridade. Jamais minta para sua Dominadora. Uma verdadeira Senhora não sente necessidade de ser temida. Sua Senhora tem todo o direito de lhe omitir informações que julguem desnecessárias, mas não aceite que minta. Converse a respeito se estiver em dúvida.

Da segurança:

Não é necessário dar detalhes do conteúdo de seu encontro, mas é importante que pelo menos mais alguém saiba onde você se encontra caso algo não saia exatamente como previu.

Da compatibilidade:

Veja se o método de dominação da Rainha se encaixa em suas expectativas.Lembre-se sempre que uma verdadeira Rainha adapta-se ao seu escravo, não o contrário.

Do comércio:

Não admita ter que pagar ou receber por qualquer prática SM, salvo se for um profissional, é claro.

Das punições:

É dever de a sua Senhora puni-lo quando se portar mal, ou quando agir em desacordo com suas regras, mas você deverá ser sempre informado de como e por que a punição estará acontecendo, e deve entendê-la como algo necessário.Estabeleça com ela um safe word (um código de segurança a ser dito quando estiver em desacordo; ex: Te Amo!) para que a brincadeira possa ser interrompida caso não ocorra como planejaram, ou para que não resulte num acidente.

Dos sentimentos:

Uma verdadeira Rainha se interessa por tudo o que provoca, por todas as sensações e sentimentos de seu escravo, particularmente depois de uma sessão.

Dos abusos:

Tanto a submissão, quanto a dominação são características eróticas. Você não tem que ser um submisso 24 horas por dia se não lhe dá prazer. Se não faz parte da sua fantasia, não se preste a este papel. Estabeleça os critérios de sua servidão.


Postado no blog de KINKY SLAVERY

12 de agosto de 2009

Sou tua dona

Te faço propostas indecentes,
E não me rendo nem me entrego completamente
Sou apenas eu...a tua fantasia!!
E assim permito que navegue no mar do meu desejo.
Que sinta o sabor da minha pele.
Te marco com o meu cheiro...
Enlouqueço tua razão!!
Desnorteio os seus sentidos...
Te torno anjo alado,
Para que experimente o pecado!
Exploro os meandros de sua intimidade...
Enrosco minha língua na Tua...
E que o universo seja pequeno,
Para que possa me servir...
Vem...
Seja meu prisioneiro
meu servo
meu macho
Porque eu...

Sou Tua Dona

Excitante

Quero você, submisso as minhas vontade, disponível aos meus desejos e servil as minhas loucuras...

Cris

17 de junho de 2009

Meu pretendente a escravo




"Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
nascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza."

Pablo Neruda

"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..." Catetano Veloso

"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é..." Catetano Veloso

Musica em minha vida para tocar a tua!

"A vida:... uma aventura obscena de tão lúcida..." Hilda Hist

"És um dos deuses mais lindos...Tempo tempo tempo tempo..." Caetano Veloso

"SOU METAL, RAIO, RELÂMPAGO E TROVÃO..." Renato Russo

"SOU METAL, RAIO, RELÂMPAGO E TROVÃO..." Renato Russo
RAINHA VICTORIA CATHARINA

"De seguir o viajante pousou no telhado, exausta, a lua." Yeda P. Bernis

"Falo a língua dos loucos, porque não conheço a mórbida coerência dos lúcidos" Fernando Veríssimo

"O que verdadeiramente somos é aquilo que o impossível cria em nós."